SPLA : Portal da diversidade cultural
Moz'Art

Comissão Directiva

Nadia NKWAYA (Ruanda/África do Sul)

Nadia Nkwaya é a responsável pela pesquisa para a Arterial Network.
É licenciada em relações internacionais e em gestão de projectos para o desenvolvimento. As suas áreas de especialização são a integração regional e as artes na região dos Grandes Lagos africanos.
Interessa-se pela diplomacia cultural, património cultural africano, conservação e pelas relações entre a cultura, a economia e a consolidação da paz.

A sua actividade principal é manter e construir a base de dados da Arterial Network e dirigir os projectos de pesquisa da organização, tendo em vista ampliar o alcançe e a eficácia da rede.

Oumar SALL (Senegal)

Autor e Crítico, Oumar Sall interessa-se pelas estéticas sonoras e visuais do quotidiano que alimentam os seus projectos. A mobilidade dos temas dentro de diferentes espaços de definição e de construção do “Ser” é o núcleo do seu trabalho, que se move entre a escrita, as comunicações, o audiovisual e a fotografia amadora. Oumar vive e trabalha em Dakar.

Anne LESCOT (Haiti/frança)

A trajectória de Anne lescot tem tido diversos rumos. Académicos - da arte bruta ao vudu, geográficos - de Paris a Port-au-Prince e passando por Londres e o Médio Oriente, e profissionais - navegando entre a viagem, a escrita e a realização e concepção de projectos culturais. As suas origens franco-haitianas estão relacionadas com esta itinerância.
Assim, após uma vida essencialmente francesa, Anne instala-se no Haiti de 1997 a 2002, colaborando no projecto da UNESCO sobre a Rota da Escravatura. Trabalha na Direcção do Património do Ministério da Cultura, implica-se em galerias de arte locais e instala uma produtora audiovisual, a Digitallm. Na companhia de Laurence Magloire, Anne Lescot realiza 'Des homes et des dieux', um documentário que abre um caminho exploratório sobre a homossexualidade no Haiti.

De regresso a França, é co-fundadora da associação Collectif 2004 Images, que tem por objectivo dar a conhecer a cultura haitiana contemporânea. Coordena a revista 'A quoi rêve Haiti?' para a Africultures, no ano de 2004, seguindo-se a organização, na companhia da fotógrafa Céline Anaya Gautier, do colóquio 'Sang, sucre det sueur', sobre a situação dos imigrantes haitianos na República Dominicana, e a co-realização do documentário radiofónico com o mesmo nome para a France Culture 2007. Mais tarde realiza para o canal ARTE o documentário 'Horizons Lointains Haiti', sobre a literatura haitiana, em companhia dos irmãos Poivre d'Arvor, e publica em 2010, com Karole Gizolme, Le Guide de la Caraibe Culturelle. É frequentemente convidada para missões de peritagem e acompanhamento do sector cultural para a Fondation de France e outras fundações privadas. Em 2013 organiza em Port-au-Prince, com a Fondation Culture Création, os Rencontres do Mécenat Culturel e publica a obra 'Repères pour le developpment du mécenat et de la philantropie en Haiti'.

Wayne SINCLAIR (Jamaica)

Wayne Sinclair é o director executivo da GSW Animation Limited. Iniciou a sua carreira profissional como analista financeiro, após um BSc e um MBA da Universidade da Califórnia.
Em 1990 volta-se para a música, a sua paixão, e desde então tem adquirido uma grande experiência no domínio dos espectáculos e dos media, trabalhando em diversas produções cinematográficas e musicais em Los Angeles e no seu país de origem, Jamaica.
Após ter regressado à Jamaica em 1998, continuou a trabalhar no domínio da produção audiovisual como director de produção de diversas longas metragens, filmes publicitários e clips de video locais e internacionais.
Em 2004, com diversos parcerias, fundou o grupo Media, Sports ans Entertainment (MSE) que opera como 'holding', colaborando com os media locais, o desporto e o campo do espectáculo. Nesta área, é o responsável da estratégia e do desenvolvimento comercial destas participações.

Concelheiro em gestão, tem também colaborado com o governo jamaicano e redigiu o programa de Grandes Eventos e Atracções do seu país, projecto que sustentou a política de atracção e desenvolvimento dos eventos das indústricas criativas jamaicanas. Especializado em música, foi igualmente consultor para a União Europeia na elaboração da Declaração de Bruxelas sobre os artistas, profissionais e empreendedores da cultura.

Sarah DOYLE (Austrália/Vanuatu)

Voluntária de espírito, Sarah tem trabalhado na África Ocidental, Tailândia e em Vanuatu, nos campos do desenvolvimento rural e educação, em projectos dirigidos por jovens.
Residindo actualmente em Port Vila, trabalha na associação Further Arts, em contacto com jovens do mundo urbano e rural, comunidades, músicos e artistas, com o objectivo de restaurar o respeito e a manutenção do património cultural local através das artes, estimulando mudanças sociais através do fomento da participação e liderança.

Os seus domínios de especialidade englobam a gestão e acompanhamento de projectos, a pesquisa, comunicação transcultural, mediação, partilha e ensino dos campos de multimédia e fotografia como ferramentas de expressão acessíveis à população.

Moïse GOMIS (França)

Administrador geral da Africultures desdes março de 2013.
Diplomado pela Escola de Jornalismo de Bordéus em 1992, concebe a sua profissão em relação com a sociedade, interrogando o papel e o lugar do indivíduo no corpo social.
Fundador, director e redactor chefe, de 1998 a 2013 da Radio HDR, uma rádio associativa emitindo a partir de um bairro popular de Rouen. Em 2010 fundou a NG Communication, empresa destinada à produção de reportagens e análises de fundo sobre os anseios contemporâneos. Trabalhou igualmente durante cinco anos, de 2020 a 2007, no grupo Radio France (France Bleu, France Culture, France Inter) e na Radio Okapi (rádio da República Democrática do Congo, mantida pela Fondation Hirondelle) como jornalista, cronista e repórter.

Maud DE LA CHAPELLE (França/Moçambique)

Maud de la Chapelle é a responsável pelo projecto Sulpaneta para a associação Africultures. É diplomada pelo Instituto de Estudos Políticos de Grebnoble (França).
Trabalhou no passado para a Afriscope, uma revista gratuita mantida pela Africultures, centrada nas diásporas africanas e caribenhas em França, e focando também questões interculturais. Igualmente, desde 2006 tem colaborado regularmente com a organização camaronesa Doual'art, que actua no campo das práticas artísticas no espaço urbano de Douala (Camarões). Fez também uma breve passagem pela Fédération des Arts de la rue Ile-de-France (Paris, França), onde participou na organizaçáo dos encontros 'Mais que font les artistes ?'.
Actualmente reside em Maputo, Moçambique.




Sulplaneta é, antes de mais, uma rede

Sulplaneta é, antes de mais, uma rede, sustentada por parceiros disseminados em África, nas Caraíbas no Pacífico e na Europa.

A comissão directiva é a imagem desta rede. Composta por sete membros, representando cada um deles uma diferente zona geográfica e as principais estruturas implicadas no Sulplaneta, o seu papel é o de avaliar o projecto, comunicar os progressos realizados no terreno, reportar a recepção do site nas diferentes regiões e orientar as grandes decisões relativas a este projecto.

Cada mês são realizadas reuniões e um relatório é executado e publicado a cada seis meses.

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